Peixe icônico das bacias dos rios Amazonas e Tocantins, o aruanã prateado é uma das espécies mais admiradas por aquaristas jumbos de todo o mundo.
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De comportamento carnívoro, alimenta-se de peixes e insetos na natureza, podendo atingir até 120 cm de comprimento. Em aquários, pode ser mantido com outras espécies pacíficas e de grande porte, desde que haja bastante espaço para nadar.
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🔹 Cuidados no aquário:
Durante a fase juvenil, cresce rapidamente e precisa de um aquário de no mínimo 700 litros por exemplar, com ótima filtragem e tampa bem ajustada, pois é conhecido por seus impressionantes saltos fora d’água.
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🔹 Espécies semelhantes:
Existe também o aruanã negro (Osteoglossum ferreirai), encontrado na Amazônia. Os juvenis apresentam coloração escura, e embora atinjam tamanhos menores que o prateado, são raros no comércio.
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🔹 Comercialização:
A espécie pode ser comercializada no mercado interno somente se capturada nos estados do Amazonas e Pará, respeitando o tamanho mínimo de 50 cm.
Uma exceção ocorre com os exemplares provenientes do Projeto Mamirauá, no Amazonas, que realiza pesca sustentável controlada de juvenis, abastecendo o mercado nacional de forma responsável.
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Peixes provenientes de aquicultura também poderiam ser comercializados com qualquer tamanho — porém, não há criação dessa espécie no Brasil, e a importação de exemplares (inclusive albinos) está proibida pela Portaria nº 102/2022 do IBAMA.